Ao analisar as tendências do mundo globalizado no século XXI, nos deparamos com uma situação antagônica ao significado primário de Mundo Global.
O termo Globalização, que inicialmente poderia nos sugerir unificação, colaboração mútua, respeito entre povos de diferentes culturas e principalmente a diminuição dessas fronteiras culturais causadas pela distância geográfica, se mostra não ser o que se tem visto nas últimas décadas.
Nesse mundo onde conflitos seculares de cunho político-religiosos ainda são motivos de intermináveis guerras por disputa de território, como é o caso de Israel e Palestina. Bem como a invasão do Iraque pelos Estados Unidos por razões que as gerações mais recentes sequer entendem, ainda assim acabam por pagar um alto preço - têm uma péssima impressão sobre o que é de fato viver - como conseqüência de erros de líderes de governo equivocados, motivados pelo egoísmo e interesses da minoria.
Parece-nos que o que hoje chamamos de Mundo Global precisa rever seus conceitos de fé, compaixão e solidariedade, além de compreender que, viver como um só mundo é ceder, visar unicamente os próprios interesses ainda é conhecido como usurpar.
As 15 linhas, como referenciadas, mostram-se insuficientes para descrever a tamanha barbaridade que está presente diariamente no conteúdo dos noticiários em formato de violência, indiferença e intolerância.
O espírito extremamente competitivo e agressivo que todos estes fatores geram na população tornam o mundo um péssimo lugar para se viver unidos e em paz.
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